É com indiscritivel alegria que hoje o Artesãos do Brasil homenageia esse ícone da cultura popular nordestina. Manoel Salustiano Soares - nasceu no dia 12 de novembro de 1945, no Engenho Oiteiro Alto, Cidade de Aliança, Zona da Mata Norte de Pernambuco. Filho de Dona Maria Tertonila da Conceição e Seu João Salustiano Soares, rabequeiro respeitado na mesma região, Mestre Salu teve uma infância muito sofrida no campo, cortando cana, limpando mato, carreando, cambitando, lá no engenho. Sempre lutava toda semana no campo e no fim-de-semana tinha preocupação de ir para os espetáculos populares como Cavalo Marinho e Mamulengo, Ciranda e Maracatu. Era um artista versátil - tocava, dançava, interpretava e era artesão, em dúvidas uma autoridade da cultura popular do Estado de Pernanbuco, Foi grande amigo de Antonio Nóbrega, esse, lenda e ícone vivo da cultura popular do Brasil.Nosso grande salve ao mestre!
UM ESPAÇO PARA MAIOR APROXIMAÇÃO E RODADAS DE NEGÓCIOS ENTRE OS ARTESÃOS DE LONDRINA. TAMBÉM MAIOR INTERAÇÃO COM OS ARTESÃOS DO BRASIL. SIM... COISAS BOAS ACONTECEM. Abraços, Richard França.
sábado, 15 de outubro de 2011
Cultura Popular - Mestre Salustiano
É com indiscritivel alegria que hoje o Artesãos do Brasil homenageia esse ícone da cultura popular nordestina. Manoel Salustiano Soares - nasceu no dia 12 de novembro de 1945, no Engenho Oiteiro Alto, Cidade de Aliança, Zona da Mata Norte de Pernambuco. Filho de Dona Maria Tertonila da Conceição e Seu João Salustiano Soares, rabequeiro respeitado na mesma região, Mestre Salu teve uma infância muito sofrida no campo, cortando cana, limpando mato, carreando, cambitando, lá no engenho. Sempre lutava toda semana no campo e no fim-de-semana tinha preocupação de ir para os espetáculos populares como Cavalo Marinho e Mamulengo, Ciranda e Maracatu. Era um artista versátil - tocava, dançava, interpretava e era artesão, em dúvidas uma autoridade da cultura popular do Estado de Pernanbuco, Foi grande amigo de Antonio Nóbrega, esse, lenda e ícone vivo da cultura popular do Brasil.Nosso grande salve ao mestre!
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
ESCOLA DE ECONOMIA SOLIDÁRIA
O Múnicipio de Maringá no Estado do Paraná, conta com uma excelente Escola de Economia Solidária, e como não podia deixar de ser, até no processo de aprendizagem de seus alunos é aplicada os princípios da E.S. através da participação dos mesmos na construção e evolução das aulas, ou seja, nessa escola todos dividem experiências, e aprendem juntos. Para saber mais clique no link.
http://maringa.odiario.com/blogs/domanuar/2011/09/26/escola-de-economia-popular-solidaria/
http://maringa.odiario.com/blogs/domanuar/2011/09/26/escola-de-economia-popular-solidaria/
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
A Melhor PRIMAVERA de todas.
Enfim é Primavera!! Vamos juntos de degrau em degrau construir uma sociedade mais colorida e perfumada, assim como são as flores.
A começar de hoje, podemos escutar mais e julgar menos, participar e não só criticar, sorrir, cantar, acreditar em si, também dar um voto de confiança, e se não é fácil aceitar e amar, ao menos respeitar. Bom dia a todos.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
ECONOMIA SOLIDÁRIA: Festival
Festival Contato recebe inscrições de empreendimentos solidários.
O 5º Festival Contato recebe até o dia 30 de setembro inscrições para empreendimentos solidários participarem da 3ª feira de Economia Solidária, que acontece nos dias 19 e 20 de novembro, na praça do Mercado Municipal.
O evento faz parte da 5ª edição do Festival Multimídia Colaborativo e é direcionado a empreendimentos que atuam na economia solidária em São Carlos e região.
O objetivo do evento é organizar um espaço de comercialização e consumo de produtos e serviços, valorizando o trabalho desenvolvido por empreendimentos solidários, além de promover oportunidades de capacitação, divulgação e troca de experiências.
Em São Carlos , o conceito é desenvolvido por diversas práticas na cidade, por meio da incubadora regional de cooperativas populares (Incoop), da UFSCar, que já tem mais de 10 anos, junto ao departamento de apoio à economia solidária que teve seu centro público criado em parceria com o Ministério do Trabalho e emprego.
As inscrições devem ser feitas pessoalmente ou pelo envio dos documentos pelos correios, até o dia 30 de setembro, no Centro Público de Economia Solidária (Rua José Bonifácio, 885, no Centro).
Os procedimentos de inscrição e outras informações podem ser conferidos no regulamento disponível no site www.contato.ufscar.br.
Fonte: eptv.com
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
CURSO GRATUITO DE ARTESANATO
Isso mesmo amigos artesãos e grupos de Economia Solidária, estão abertas as inscrições para os cursos de artesanato realizados com recursos do Projeto Empreender da Prefeitura de Campo Grande. São oferecidas aulas gratuitas de Pintura em Tecido, Tapeçaria e Tear.
O Projeto Empreender tem como objetivo capacitar trabalhadores desempregados, para que tenham condições de gerar renda própria. Nas oficinas, os alunos aprendem técnicas para criar e fazer trabalhos manuais. A carga horária é de 80 horas/aula.
Para se inscrever na Funsat, é preciso levar RG,CPF, PIS, escolaridade (ensino fundamental incompleto). O endereço é avenida Eduardo Elias Zahran, 181.
Mais informações no 3314-5036.
( Fonte informativa: A Crítica - Grupo Feitosa de Comunicação de Campo Grande.MS)
CURIOSIDADES:
Na foto, mulheres tecendo um tapete em um tear vertical (em 1890). Há quatro tipos de teares: o tear horizontal, o tear vertical fixo, o tear vertical do tipo Tabriz e o tear vertical feixe do rolo.
O Projeto Empreender tem como objetivo capacitar trabalhadores desempregados, para que tenham condições de gerar renda própria. Nas oficinas, os alunos aprendem técnicas para criar e fazer trabalhos manuais. A carga horária é de 80 horas/aula.
Para se inscrever na Funsat, é preciso levar RG,CPF, PIS, escolaridade (ensino fundamental incompleto). O endereço é avenida Eduardo Elias Zahran, 181.
Mais informações no 3314-5036.
( Fonte informativa: A Crítica - Grupo Feitosa de Comunicação de Campo Grande.MS)
CURIOSIDADES:
Na foto, mulheres tecendo um tapete em um tear vertical (em 1890). Há quatro tipos de teares: o tear horizontal, o tear vertical fixo, o tear vertical do tipo Tabriz e o tear vertical feixe do rolo.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Economia Solidária: Na Radiocom
Olá amigos e amigas dos grupos Ecosol, é com satisfação que socializo a informação de uma rádio comunitária super bacana, que dedica um horário de sua grade para a Economia Solidária. A Radiocom foi construída e desenvolve-se à partir das vivências de cada um dos seus “co-arquitetos”.
São sindicalistas, trabalhadores, artistas, pessoas que se dedicam à causa da luta pelo direito de cada um poder expressar-se. São indivíduos que juntos constituem um espaço que Downing chama de esfera pública alternativa ou contra-esfera pública, ou seja, é um fórum que “oferece aos movimentos a oportunidade de conversar entre suas divisões internas, e assim enriquecer-se e fortalecer-se – é um conceito que dirige a nossa atenção para o papel da mídia radical em estimular o debate”. ( Radiocom ). O programa da Economia Solidária vai ao ar toda quinta-feira das 13:30 às 14:30. Para saber mais, conhecer e ouvir a Radiocom, acesse:
http://www.radiocom.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=2&Itemid=4 - Abraços, Richard França
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
VII Seminário de Economia Solidária Intes / UEL

http://www.uel.br/eventos/economiasolidaria/pages/programacao.php
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Delicada como Violetas
Assim é DENISE TEIXEIRA, basta somente observar na beleza e delicadeza de seus trabalhos de pano, para constatar tal realidade. Não conheço essa artesã pessoalmente, mas, sei que cada arte reflete a alma de seu artista, sendo assim, nota-se uma grande beleza expressada nesses caprichados trabalhos. A artesã é de Santana do Livramento no Rio Grande do Sul. A cidade é tem uma referência histórica datada do século XIX. Cultiva a pecuária, e frutas. É dona de algumas arquiteturas históricas, e de uma linda paisagem natural, sem dúvidas dai vem a inspiração de Denise para seus trabalhos, e para a alegria no que faz. Abraços a essa grande artesã. Beleza de um Povo
http://www.youtube.com/watch?v=h4plPZXNofI&feature=related
ao assistirmos a esses vídeos sobre o indigena brasileiro, é dispensado qualquer comentário.
http://www.youtube.com/watch?v=XyPVQiO5wBk&NR=1
ao assistirmos a esses vídeos sobre o indigena brasileiro, é dispensado qualquer comentário.
http://www.youtube.com/watch?v=XyPVQiO5wBk&NR=1
sábado, 27 de agosto de 2011
POVO Kadiwéu - Pinturas
É com orgulho que o Artesãos do Brasil em sua retomada de trabalhos, inicia uma série de matérias sobre nosso Patriarcado e Matriarcado, os Indigenas Brasileiros:
Povo Kadiwéu
Índios cavaleiros como eram conhecidos, ramificação da horda Mbayá-Guaikurú e de um passado imponente e incontestado. Organizados numa sociedade que tinha num extremo os nobres e no outro os cativos, viveram do saque e do tributo sobre seus vizinhos, dos quais faziam depender sua própria reprodução biológica, em razão de suas mulheres não gerarem filhos, permitindo a sobrevivência de apenas um quando já estavam no final de seu período fértil. Especialmente dedicadas à pintura corporal e facial, cuja especial disposição dos elementos geométricos Lévi-Strauss considerou como característica das sociedades hierárquicas. Desenhos que impressionam pela riqueza de suas formas e detalhes, a que temos fácil acesso através da vasta coleção recolhida por Darcy Ribeiro, reproduzida no livro que publicou sobre os Kadiwéu.
Os Kadiwéu são geralmente tidos como os melhores pintores indígenas, e suas pinturas corporais já no Séc. XVI causavam admiração aos europeus, a ponto de terem sido reproduzidas em xilogravuras alemãs daquela época; mas inúmeros outros povos indígenas se destacaram ou ainda se destacam nessa atividade, mesmo porque, entre os 227 que ainda resistem, muitos são os que a praticam. Infelizmente, o contato cada vez mais freqüente com o homem branco tem repercutido negativamente na pintura corporal (como de resto nas demais artes indígenas), a ponto de padrões originariamente destinados a adornar corpos humanos serem agora pintados sobre papel, com tintas industriais, e vendidos por alguns reais a turistas; sem falar nas oficinas e nos concursos de pintura corporal volta e meia organizados na maioria dos estados brasileiros onde vivem povos indígenas.
As cores empregadas na pintura corporal são de origem vegetal, e se reduzem basicamente ao vermelho, obtido do urucum; ao preto,fornecido pelo sumo do jenipapo misturado a fuligem; ao branco, da tabatinga, e com menor freqüência ao amarelo, extraído do açafrão. Sua aplicação faz-se com auxílio de gravetos, taquaras, com os dedos ou, em certas sociedades, mediante carimbos, feitos com caroços de frutas partidos ao meio e mergulhados na tinta.
Como vemos, as expressões hoje utilizadas nas aplicações de tatuagens tidas como manifestações de uma juventude contemporanea, é sim o traço das origens indigenas inrustidas em cada brasileiro nativo, ou de criação.
Povo Kadiwéu
Índios cavaleiros como eram conhecidos, ramificação da horda Mbayá-Guaikurú e de um passado imponente e incontestado. Organizados numa sociedade que tinha num extremo os nobres e no outro os cativos, viveram do saque e do tributo sobre seus vizinhos, dos quais faziam depender sua própria reprodução biológica, em razão de suas mulheres não gerarem filhos, permitindo a sobrevivência de apenas um quando já estavam no final de seu período fértil. Especialmente dedicadas à pintura corporal e facial, cuja especial disposição dos elementos geométricos Lévi-Strauss considerou como característica das sociedades hierárquicas. Desenhos que impressionam pela riqueza de suas formas e detalhes, a que temos fácil acesso através da vasta coleção recolhida por Darcy Ribeiro, reproduzida no livro que publicou sobre os Kadiwéu.
Os Kadiwéu são geralmente tidos como os melhores pintores indígenas, e suas pinturas corporais já no Séc. XVI causavam admiração aos europeus, a ponto de terem sido reproduzidas em xilogravuras alemãs daquela época; mas inúmeros outros povos indígenas se destacaram ou ainda se destacam nessa atividade, mesmo porque, entre os 227 que ainda resistem, muitos são os que a praticam. Infelizmente, o contato cada vez mais freqüente com o homem branco tem repercutido negativamente na pintura corporal (como de resto nas demais artes indígenas), a ponto de padrões originariamente destinados a adornar corpos humanos serem agora pintados sobre papel, com tintas industriais, e vendidos por alguns reais a turistas; sem falar nas oficinas e nos concursos de pintura corporal volta e meia organizados na maioria dos estados brasileiros onde vivem povos indígenas.
As cores empregadas na pintura corporal são de origem vegetal, e se reduzem basicamente ao vermelho, obtido do urucum; ao preto,fornecido pelo sumo do jenipapo misturado a fuligem; ao branco, da tabatinga, e com menor freqüência ao amarelo, extraído do açafrão. Sua aplicação faz-se com auxílio de gravetos, taquaras, com os dedos ou, em certas sociedades, mediante carimbos, feitos com caroços de frutas partidos ao meio e mergulhados na tinta.
Como vemos, as expressões hoje utilizadas nas aplicações de tatuagens tidas como manifestações de uma juventude contemporanea, é sim o traço das origens indigenas inrustidas em cada brasileiro nativo, ou de criação.
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