Assim é DENISE TEIXEIRA, basta somente observar na beleza e delicadeza de seus trabalhos de pano, para constatar tal realidade. Não conheço essa artesã pessoalmente, mas, sei que cada arte reflete a alma de seu artista, sendo assim, nota-se uma grande beleza expressada nesses caprichados trabalhos. A artesã é de Santana do Livramento no Rio Grande do Sul. A cidade é tem uma referência histórica datada do século XIX. Cultiva a pecuária, e frutas. É dona de algumas arquiteturas históricas, e de uma linda paisagem natural, sem dúvidas dai vem a inspiração de Denise para seus trabalhos, e para a alegria no que faz. Abraços a essa grande artesã. UM ESPAÇO PARA MAIOR APROXIMAÇÃO E RODADAS DE NEGÓCIOS ENTRE OS ARTESÃOS DE LONDRINA. TAMBÉM MAIOR INTERAÇÃO COM OS ARTESÃOS DO BRASIL. SIM... COISAS BOAS ACONTECEM. Abraços, Richard França.
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Delicada como Violetas
Assim é DENISE TEIXEIRA, basta somente observar na beleza e delicadeza de seus trabalhos de pano, para constatar tal realidade. Não conheço essa artesã pessoalmente, mas, sei que cada arte reflete a alma de seu artista, sendo assim, nota-se uma grande beleza expressada nesses caprichados trabalhos. A artesã é de Santana do Livramento no Rio Grande do Sul. A cidade é tem uma referência histórica datada do século XIX. Cultiva a pecuária, e frutas. É dona de algumas arquiteturas históricas, e de uma linda paisagem natural, sem dúvidas dai vem a inspiração de Denise para seus trabalhos, e para a alegria no que faz. Abraços a essa grande artesã. Beleza de um Povo
http://www.youtube.com/watch?v=h4plPZXNofI&feature=related
ao assistirmos a esses vídeos sobre o indigena brasileiro, é dispensado qualquer comentário.
http://www.youtube.com/watch?v=XyPVQiO5wBk&NR=1
ao assistirmos a esses vídeos sobre o indigena brasileiro, é dispensado qualquer comentário.
http://www.youtube.com/watch?v=XyPVQiO5wBk&NR=1
sábado, 27 de agosto de 2011
POVO Kadiwéu - Pinturas
É com orgulho que o Artesãos do Brasil em sua retomada de trabalhos, inicia uma série de matérias sobre nosso Patriarcado e Matriarcado, os Indigenas Brasileiros:
Povo Kadiwéu
Índios cavaleiros como eram conhecidos, ramificação da horda Mbayá-Guaikurú e de um passado imponente e incontestado. Organizados numa sociedade que tinha num extremo os nobres e no outro os cativos, viveram do saque e do tributo sobre seus vizinhos, dos quais faziam depender sua própria reprodução biológica, em razão de suas mulheres não gerarem filhos, permitindo a sobrevivência de apenas um quando já estavam no final de seu período fértil. Especialmente dedicadas à pintura corporal e facial, cuja especial disposição dos elementos geométricos Lévi-Strauss considerou como característica das sociedades hierárquicas. Desenhos que impressionam pela riqueza de suas formas e detalhes, a que temos fácil acesso através da vasta coleção recolhida por Darcy Ribeiro, reproduzida no livro que publicou sobre os Kadiwéu.
Os Kadiwéu são geralmente tidos como os melhores pintores indígenas, e suas pinturas corporais já no Séc. XVI causavam admiração aos europeus, a ponto de terem sido reproduzidas em xilogravuras alemãs daquela época; mas inúmeros outros povos indígenas se destacaram ou ainda se destacam nessa atividade, mesmo porque, entre os 227 que ainda resistem, muitos são os que a praticam. Infelizmente, o contato cada vez mais freqüente com o homem branco tem repercutido negativamente na pintura corporal (como de resto nas demais artes indígenas), a ponto de padrões originariamente destinados a adornar corpos humanos serem agora pintados sobre papel, com tintas industriais, e vendidos por alguns reais a turistas; sem falar nas oficinas e nos concursos de pintura corporal volta e meia organizados na maioria dos estados brasileiros onde vivem povos indígenas.
As cores empregadas na pintura corporal são de origem vegetal, e se reduzem basicamente ao vermelho, obtido do urucum; ao preto,fornecido pelo sumo do jenipapo misturado a fuligem; ao branco, da tabatinga, e com menor freqüência ao amarelo, extraído do açafrão. Sua aplicação faz-se com auxílio de gravetos, taquaras, com os dedos ou, em certas sociedades, mediante carimbos, feitos com caroços de frutas partidos ao meio e mergulhados na tinta.
Como vemos, as expressões hoje utilizadas nas aplicações de tatuagens tidas como manifestações de uma juventude contemporanea, é sim o traço das origens indigenas inrustidas em cada brasileiro nativo, ou de criação.
Povo Kadiwéu
Índios cavaleiros como eram conhecidos, ramificação da horda Mbayá-Guaikurú e de um passado imponente e incontestado. Organizados numa sociedade que tinha num extremo os nobres e no outro os cativos, viveram do saque e do tributo sobre seus vizinhos, dos quais faziam depender sua própria reprodução biológica, em razão de suas mulheres não gerarem filhos, permitindo a sobrevivência de apenas um quando já estavam no final de seu período fértil. Especialmente dedicadas à pintura corporal e facial, cuja especial disposição dos elementos geométricos Lévi-Strauss considerou como característica das sociedades hierárquicas. Desenhos que impressionam pela riqueza de suas formas e detalhes, a que temos fácil acesso através da vasta coleção recolhida por Darcy Ribeiro, reproduzida no livro que publicou sobre os Kadiwéu.
Os Kadiwéu são geralmente tidos como os melhores pintores indígenas, e suas pinturas corporais já no Séc. XVI causavam admiração aos europeus, a ponto de terem sido reproduzidas em xilogravuras alemãs daquela época; mas inúmeros outros povos indígenas se destacaram ou ainda se destacam nessa atividade, mesmo porque, entre os 227 que ainda resistem, muitos são os que a praticam. Infelizmente, o contato cada vez mais freqüente com o homem branco tem repercutido negativamente na pintura corporal (como de resto nas demais artes indígenas), a ponto de padrões originariamente destinados a adornar corpos humanos serem agora pintados sobre papel, com tintas industriais, e vendidos por alguns reais a turistas; sem falar nas oficinas e nos concursos de pintura corporal volta e meia organizados na maioria dos estados brasileiros onde vivem povos indígenas.
As cores empregadas na pintura corporal são de origem vegetal, e se reduzem basicamente ao vermelho, obtido do urucum; ao preto,fornecido pelo sumo do jenipapo misturado a fuligem; ao branco, da tabatinga, e com menor freqüência ao amarelo, extraído do açafrão. Sua aplicação faz-se com auxílio de gravetos, taquaras, com os dedos ou, em certas sociedades, mediante carimbos, feitos com caroços de frutas partidos ao meio e mergulhados na tinta.
Como vemos, as expressões hoje utilizadas nas aplicações de tatuagens tidas como manifestações de uma juventude contemporanea, é sim o traço das origens indigenas inrustidas em cada brasileiro nativo, ou de criação.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
ARTISANS OF BRAZIL
ARTISANS OF BRAZIL: It came to Provide Free Services to Collective. Regardless, it is a voice channel for the Craftsmen and Social Struggles. Together they followed all thesocial events, political and commercial in favor of Craftsmen and the Solidarity Economy in Brazil and the World. Forward your stuff in photos, videos or texts to artesaosdobrasil@hotmail.com Be a follower and help promote the blog. Thanks,Richard França
Marcadores: artesanato artesaos ecosol
arte popular,
artes,
artesanato,
artesãos,
artistas,
sustentabilidade
Armorial movement
Since the late 1970 period when Armorial Movement was created by our dear teacher and popular artist Ariano Suassuna, Brazil has the fascination of artistic national culturalmosaic. The movement germinated in fertile soil painting, music, literature, pottery, dance, sculpture, tapestry, architecture, theater, film and print. If you want to know theheart of popular culture in the northeast, get to know the works through the variousartistic expressions of the Armorial. It is a good start.
By: Richard França
Photo: http://jeffcelophane.wordpress.com
By: Richard França
Photo: http://jeffcelophane.wordpress.com
MOVIMENTO ARMORIAL
Desde a década de 1970 período em que foi criado o Movimento Armorial pelo nosso querido mestre e artista popular Ariano Suassuna, o Brasil goza o deslumbre desse mosaico artístico cultural nacional. O movimento germina nesse fértil solo a pintura, música, literatura, cerâmica, dança, escultura, tapeçaria, arquitetura, teatro, gravura e cinema. Se queres conhecer o seio da cultura popular do nordeste brasileiro, comece conhecendo as obras através das várias expressões artísticas do Armorial. É um bom começo.
Por: Richard França
Foto: http://jeffcelophane.wordpress.com
quarta-feira, 22 de junho de 2011
ARTESANATO DE SUCESSO
Segue no Link, a matéria sobre o prêmio Roteiros do Brasil que visa reconhecimento dos artesãos, e fomentadores públicos e privados, que acabam por fim, não só valorizando as iniciativas ao artesanato e artesãos, mas, promovendo um bem ainda maior que é a cultura da sustentabilidade. Parabéns, Richard França.BRASILTURIS JORNAL - Informativo da Indústria Turística Brasileira
segunda-feira, 20 de junho de 2011
YouTube - Padre Reginaldo Manzotti no Domingão do Faustão 19/06/11
Homem bom, música muito legal. YouTube - Padre Reginaldo Manzotti no Domingão do Faustão 19/06/11: "http://youtu.be/GFHKRLxFcDw"
domingo, 19 de junho de 2011
Amizade de Faculdade, Amizade para a vida.
Artesão na faculdade...festa com amigos, filhinho de dois anos, esposa e nenem na barriga...só alegria!!
Clique no link: Amizade de Faculdade
SUTACO - Superintendência do Trabalho Artesanal nas Comunidades
SUTACO - Superintendência do Trabalho Artesanal nas Comunidades
Isso é para você ARTESÃO de São Paulo!!! Clique e conheça a Sutaco, pois nós artesãos somos excelentes profissionais, e como tais, temos que legalizar nosso trabalho, e inserir-se em redes públicas, privadas, ou da sociedade civil organizada, para desenvolvermos, e mostrarmos nossa arte. Aos demais artesãos, procurem os serviços em sua cidade. Abraços, Richard França.
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